domingo, 7 de maio de 2017

Leiam isso; Aprenda a se desculpar e conseguir perdao por uma traiçao...

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A infidelidade é uma coisa muito séria, e não dá para saber se o relacionamento pode ser salvo quando algo do tipo acontece. Algumas relações conseguem se manter — e, com bastante esforço, os laços ficam até mais estreitos. Ambos os envolvidos podem descobrir mais a respeito de si mesmos, seus valores e a importância do namoro ou casamento em suas vidas. Esse trajeto é uma via de mão dupla, na qual as duas pessoas devem se dedicar para superar o ocorrido, bem como dar e receber o perdão e retomar o compromisso. Ainda assim, apesar disso, a jornada começa com aquele que traiu. Se for você, faça um pedido sincero e honesto de desculpas.
1.     Entenda por que motivo traiu. Para começar, entenda que uma traição pode indicar que há algo errado com a pessoa que cometeu o erro. Descubra qual o seu problema para que, quando você e a outra pessoa superarem o trauma inicial, ambos possam decidir a melhor maneira de enfrentar a situação. Pense nos seguintes pontos:
·        Você se sente inseguro ou feio?
·        Sente que falta algo no relacionamento?
·        Está satisfeito com sua vida sexual.
·        Você está (ou estava, na época em que traiu) abalado e estressado com algum aspecto da sua vida?
·        Mesmo que só tenha traído dessa vez, você já estava pensando ou queria fazer o que fez há algum tempo?

2.     Decida se você quer mesmo ficar com a pessoa. Após fazer a autoavaliação, pense bastante se quer ou não insistir em salvar o relacionamento.
·        Você magoou a pessoa e, portanto, ela merece seu pedido de desculpas — mesmo que decidam se separar.
·        Ainda que decidam ficar juntos e superar a traição, o caminho não vai ser fácil; não magoe a pessoa ainda mais se não estiver totalmente disposto a ten

3.Escreva sobre seu relacionamento em papel. Você pode anotar os motivos que levaram à traição para entender se está ou não interessado em continuar com a pessoa. Pense: por que quer ficar com ela?
·        Seja específico ao máximo. Mesmo que ainda ame a pessoa (anote isso no papel), isso não basta. Que características dela você admira? Do que gosta no relacionamento? Como vê a relação no futuro?

4.     Entenda por que está pedindo perdão. É claro que você traiu a pessoa e precisa se reparar; porém, mostre a ela que entende bem o que fez para deixá-la magoada e prepare-se para expressar suas ações erradas de forma específica.
a.     Além de trair a outra pessoa, você abalou a confiança dela; destruiu a ideia do seu relacionamento; pode ter deixado a pessoa constrangida; ou, o que é pior, pode tê-la exposto a uma DST.

Fazendo um pedido sincero e honesto de perdão

Seja discreto. Você pode ficar tentado a se humilhar em público quando for pedir perdão. Por exemplo: talvez poste um texto de desculpas no Facebook, na esperança de que a pessoa fique emocionada com a sua disposição em se expor ao constrangimento e ao julgamento alheio. Entretanto, só vai conseguir chamar a atenção de forma indesejada para o casal, além de tornar público um assunto pessoal.
·        Pense duas vezes antes de fazer gestos como enviar buquês de flores ou presentes para o trabalho da pessoa em busca de perdão. Essas coisas só vão chamar a atenção dos colegas — eles vão ficar curiosos —, e ela pode não querer discutir os problemas de relacionamento nessas h

Aceite a responsabilidade pelas suas ações quando pedir perdão. Por mais que seja importante entender o motivo da sua traição, uma explicação não é a mesma coisa que uma justificativa.
·        Mesmo que seu relacionamento esteja passando por problemas (pelos quais ambos podem ser responsáveis), a responsabilidade pela traição é exclusivamente sua. Na discussão, tente fazer a pessoa entender que você está assumindo o que ocorreu.

Evite usar situações hipotéticas (com "Se..."). Você não vai estar aceitando a responsabilidade se disser coisas como "Sinto muito se magoei você" ou "Se não tivesse me dito 'não' tantas vezes, eu não teria buscado prazer com outra pessoa". Esse tipo de linguagem só vai fazer o outro sentir que você está evitando a culpa.
·        Em vez de dizer coisas como "Sinto muito se magoei você", reconheça o fato de que é a causa direta do sofrimento da pessoa: "Minhas ações magoaram você; sinto muito por isso.

Prepare-se para perguntas difíceis. Seja qual for a situação — se você confessou, foi pego em flagrante ou se a pessoa encontrou provas da traição —, ela provavelmente vai querer fazer várias perguntas.
·        Seu parceiro pode querer saber detalhes do seu caso: como você conheceu a outra pessoa, com que frequência se encontravam, por que motivo decidiram se separar, se havia sentimento envolvido etc.
·        Se você se calar ou se recusar a responder a essas perguntas, vai piorar ainda mais a situação, o que pode deixar a outra pessoa ainda mais desconfiada e afetar a comunicação do casal (que deixa de ser honesta e aberta)

Responda às perguntas de forma honesta, mas educada. Não seja vago ou evasivo, nem muito explícito ou detalhista. Por exemplo: se a pessoa perguntar o que atraiu a sua atenção no amante, não diga algo como: "Bem, a Samanta tem um corpo escultural e os olhos azuis mais bonitos que eu já vi".
·        Se a pessoa continuar insistindo por detalhes, seja honesto, mas cuidadoso, nas suas respostas: "Eu senti atração pela Samanta, mas isso não justifica os meus erros".
·        Evite comparar seu parceiro ao amante quando for responder. Não diga coisas como: "A Samanta é muito mais aberta e disposta que você". Esse tipo de frase só serve para magoar a pessoa e afastar a responsabilidade de quem errou.

Entenda que a outra pessoa pode não estar totalmente racional durante a discussão. Mesmo que ela já saiba da sua traição há algum tempo antes de você pedir perdão, não espere (ou exija) que a conversa seja calma e contida. Emoções são imprevisíveis, e não dá para saber como uma pessoa traída vai reagir ou se sentir ao descobrir a verdade.
·        Se as coisas ficarem muito tensas, dê tempo e espaço à pessoa para que ela processe a situação antes de fazer o seu pedido.


Peça perdão sem qualquer condição. Você magoou a pessoa; portanto, deve a ela um pedido de desculpas, mesmo que não fiquem mais juntos.
·        Não peça desculpas só se a outra pessoa estiver disposta a perdoar seu erro e aceitar você de volta. Esse pedido não vai ser sincero se estiver associado a qualquer condição.[6]

Peça perdão sem esperar que a pessoa aceite você de volta. Mesmo que se arrependa do que fez e ache que pode convencer a pessoa disso, não crie expectativas muito boas. Por mais que isso seja natural, não dá para pensar positivo nesse tipo de situação.
·        Não dá para controlar a reação da outra pessoa — e, mesmo que ela consiga perdoar, pode não voltar a confiar em você.

Diga o que quer à pessoa. Por mais que não esteja pedindo perdão só porque quer ser aceito de volta, você pode dizer ela que espera ser perdoado e que o relacionamento sobreviva.
·        Diga algo como: "Patrícia, eu sei que te magoei muito, e que perdi a sua confiança. Sinto muito por isso. Espero que você consiga me perdoar, e estou disposto a fazer o que for necessário para mudar a situação. Mesmo que seja impossível, espero que acredite no meu arrependimento".

Ouça o que a pessoa tem a dizer. Talvez ela não queira conversar com você, mesmo depois de pedir perdão. Se for o caso, respeite a vontade dela. Porém, esse pedido envolve ambos. Se a pessoa amada quiser ou precisar espairecer ou expressar o que sente, deixe-a.
·        Deixe claro que está disposto a ouvir o que ela tem a dizer e que entende a gravidade dos seus erros. Não a interrompa enquanto ela fala só para tentar justificar ou explicar suas ações.


Mostre respeito à pessoa e a si mesmo. A traição é algo doloroso e desrespeitoso, e você deve tentar fazer as pazes após o ocorrido. Ouvir com atenção o que a outra pessoa tem a dizer é uma das maneiras de fazer isso. Porém, embora tudo seja muito importante, você não é obrigado a tolerar abusos.
·        Por mais que você tenha errado ao trair, nada justifica situações de abuso. Prepare-se para ir embora se a pessoa ficar verbal ou emocionalmente violenta.
·        Se as suas discussões ficarem muito tensas, diga algo como: "Eu entendo por que você está brava, mas esse seu comportamento de agora é inaceitável. Vamos conversar outra hora — talvez possamos fazer uma sessão de terapia em casal".
·         
Seguindo em frente

Corte toda e qualquer forma de contato com o amante. Sua infidelidade afetou ambas as partes do casal. Ainda assim, não se esqueça de que foi você quem trouxe uma terceira pessoa à sua vida quando traiu. Se quiser tentar salvar o relacionamento, não dê motivos para a pessoa amada pensar que há possibilidade de a situação se repetir — com qualquer uma, mas especialmente com a fulana.
·        Seu parceiro vai querer se fazer bem presente nessa etapa do processo, já que talvez queira garantir que você terminou mesmo o caso.
·        Entre em contato com a outra pessoa, explique que errou e deixe claro que o seu caso acabou.
·        Em hipótese alguma prometa à seu parceiro que não vai encontrar seu amante se não tiver a intenção de cumprir o combinado (mesmo que só para dizer adeus). Seja sincero e honrado.

Trace limites claros com o ex-amante se não conseguir tirá-lo da sua vida. Às vezes, é impossível afastar uma pessoa por completo — caso ela seja sua colega de trabalho ou vocês convivam todos os dias, por exemplo. Nesses casos, pense em como e quando vocês vão interagir.
·        Limite ao máximo o contato com o ex-amante. Talvez vocês precisem conversar por motivos profissionais no trabalho, mas não sejam obrigados a almoçar juntos.
·        Garanta a seu parceiro que o seu relacionamento com essa pessoa nunca mais vai ser inapropriado.

Deixe as linhas de comunicação com seu parceiro abertas. Não pense nisso como uma forma de colocar um "band-aid" na situação; para repará-la, você vai ter de reconquistar a confiança da pessoa amada ao longo do tempo. Para isso, pode ter de concordar em perder parte da sua privacidade e se dispor a contar em detalhes os seus dias.
·        Seu parceiro pode, por exemplo, querer ter acesso às suas redes sociais, ao seu celular e ao e-mail. Disponha-se a fazer o que ele pedir; caso se recuse, ele vai pensar que você ainda tem algo a esconder. Se não estiver disposto a abrir mão de certas coisas, reflita se quer mesmo tentar salvar o relacionamento (e se ele ainda pode sobreviver).

Mostre que você é confiável. É compreensível que a confiança da pessoa fique abalada por um tempo. Mesmo que situações como chegar alguns minutos atrasado do trabalho pareçam insignificantes para você, a pessoa pode ficar muito desconfiada. Mostre que não é o caso.
·        Se disser que vai chegar em casa às 23h, chegue às 23h, não às 23h15.
·        Da mesma forma, ligue ou mande mensagem para a pessoa amada se for se atrasar ou passar por uma mudança de planos. Se ela pedir, chegue em casa mais cedo.

Entenda que está em um novo relacionamento. Caso a pessoa decida dar uma segunda chance a você, não espere que tudo seja igual a antes. Vocês vão recomeçar do zero; afinal, passaram por uma experiência que mudou ambos, e devem aprender a se adaptar a tudo.

Seja paciente. Não dá para controlar o tempo que a pessoa vai querer para perdoar o seu erro. Além disso, as coisas podem dar certo por um período, mas desmoronar logo em seguida por causa da desconfiança plantada na relação. Se tentar esquecer o ocorrido rápido demais e exigir que as coisas voltem ao normal logo de cara, você vai desrespeitar a pessoa.[7]
·        Se valer a pena salvar o relacionamento, deixe a pessoa passar pela experiência e pela dor em seu próprio tempo. Nesse período, disponha-se a fazer certos sacrifícios por ela.
·        Não dá para controlar o tempo de que ela vai precisar para superar a mágoa, mas você pode controlar a si mesmo: seja consistente e confiável e demonstre o remorso e o seu comprometimento.
·        Disponha-se a fazer terapia em casal. Você e seu companheiro não são obrigados a buscar ajuda profissional para superar a infidelidade; no entanto, as chances de sucesso são altas, e o relacionamento pode até sair do consultório mais forte que antes. Ou seja: você não tem nada a perder.
·        Como é uma pessoa externa, neutra e especialista, o terapeuta vai poder criar um espaço seguro em que você e a pessoa amada possam se expressar, examinar o relacionamento, criar um plano para seguir em frente e avaliar o seu progresso.
·        Ao se dispor a fazer terapia, você também vai mostrar à outra pessoa que está disposto a reparar o seu erro, e que quer fazer o possível para reconquistar a confiança dela.

Seja assíduo na terapia. Comprometa-se a comparecer às sessões, caso decida participar. Não basta visitar o consultório uma ou duas vezes por semana e esperar que só seu companheiro fale.
·        Responda às perguntas do terapeuta e da pessoa amada de forma completa e honesta, e participe de todos os exercícios e atividades que forem propostos para o relacionamento.

Proteja-se durante o processo. Mesmo que tenha admitido o seu erro e queira tentar salvar o relacionamento — o que pode exigir que você abra mão de certa liberdade e privacidade —, tenha cuidado para não fazer concessões que mudem a sua personalidade ou violem a sua integridade.
·        Se achar que está se perdendo no processo de se retratar ou se sentir abusado, pense se vale a pena tentar salvar o relacionamento.
·        Talvez seja hora de aceitar que não há nada a se fazer ou, se ainda não tiver recorrido à terapia, buscar ajuda profissional.


sábado, 6 de maio de 2017

Urgente: aprenda 11 atitudes para conquistar as pessoas de forma rápida....


1. Esteja por perto
O primeiro truque não exige nada mais que a sua presença. Existe um fenômeno chamado “efeito de mera exposição”, que explica porque coisas familiares te dão aquele quentinho no coração. Quanto mais você se acostuma com a presença de alguma coisa, mais tende a gostar dela.
Um estudo da Universidade de Pittsburgh colocou quatro atrizes para frequentar aleatoriamente algumas aulas de psicologia. Depois, perguntaram a universitários homens com qual delas eles tinham mais afinidade.
Detalhe: eles nunca haviam falado com nenhuma das quatro. Na maior parte do tempo, os participantes preferiam aquela que tinha ido a mais aulas.
A reação é completamente passiva: o fato de algo ou alguém fazer parte da sua rotina cria interações (mesmo não verbais) constantes, que criam uma certa intimidade e aumentam as chances de nascer uma amizade.
Seja chato, seja legal, mas esteja lá – já é meio caminho andado para que gostem de você.
2. Elogie para ser elogiado… mas não demais
Falar bem de alguém funciona como um bumerangue: quem escuta um elogio passa a associar os adjetivos usados a pessoa que falou. A transferência acontece mesmo quando o galanteio não é dos mais sinceros.
Ou seja, quando você diz que alguém é inteligente, alegre e animado, a pessoa do outro lado vai pensar associar você à inteligência, alegria e animação. O contrário também é verdade: se você sair falando mal dos outros, a impressão ruim recai sobre você.
O problema é que ninguém dá muito crédito para elogios que são feitos toda hora. Um estudo colocou 80 universitárias para conversar em duplas. Depois, elas eram separadas e uma podia “espiar” enquanto a outra conversava com os pesquisadores.
Algumas meninas só fizeram comentários bons sobre a parceira, outras só ruins e outro grupo misturava os dois tipos de avaliação. No final das contas, as participantes ficavam mais satisfeitas quando a dupla começava falando mal delas e terminava elogiando – nesse caso, elas sentiam que conseguiram “conquistar” a outra durante o papo e, daí, valorizavam mais a parte boa.
3. Descubra conexões em comum
Seja no Facebook, seja no Tinder, a quantidade de amigos em comum sempre chama a atenção. E não é para menos: quando duas pessoas tem um amigo em comum, a relação entre elas fica mais próxima.
A teoria por trás desse fator é chamada de “proximidade de tríade”. Estudantes da Universidade de British Columbia, no Canadá, mostraram que a chance de aceitar uma pessoa nas redes sociais era de 80% quando elas tem mais de 11 amigos em comum.
Já quando não existe essa conexão prévia, você só deixa a pessoa fazer parte da sua rede de contatos em 20% dos casos.
4. Seja legal… e só depois mostre o quanto você é bom
A psicóloga de Harvard Amy Cuddy baseou seu livro em só dois fatores que ajudam a determinar se alguém vai gostar ou não de você. De acordo com ela, uma primeira impressão depende do quanto você parece confiável e o quanto você impõe respeito.
Você passa confiança quando se mostra uma pessoa calorosa desde o começo. Já o respeito tem a ver com demonstrar competência e status intelectual e econômico.
Só que a ordem dessas impressões é essencial – deixe para parecer competente apenas quando já estiver demonstrado bastante afeto.
A explicação para isso, segundo Cuddy, é evolutiva: para a nossa sobrevivência, era crucial saber se o outro era digno de confiança antes de descobrir, por exemplo, se ele era forte (afinal, essa força toda podia sobrar para você).
5. Faça besteira
Falando em competência, nada faz as pessoas gostarem tanto de alguém bem sucedido quanto vê-lo cometer um erro. Um estudo gravou uma sala de voluntários fazendo um teste oral e depois reproduziu o áudio para universitários e perguntou de qual dos participantes eles gostavam mais.
Os favoritos foram os que mandaram bem na prova, mas derrubaram café no final – as pessoas gostavam mais deles do que dos inteligentes que não se atrapalharam.
Só que o efeito só funciona para quem passa a impressão de ser competente. Aqueles que iam mal no teste e também derrubaram o café não passaram uma impressão positiva. Se mostrar vulnerável ajuda os outros a se identificarem com você, mas ninguém quer se espalhar em alguém que faz tudo errado sempre.
6. Toque as pessoas (de um jeito respeitoso, é claro)
Sabe aquele tapinha nas costas quando você vai dar parabéns para alguém? Ou aquele toque rápido no braço quando você entende a piada da pessoa?
Então: se esses contatos físicos forem rápidos e respeitosos o suficiente, você pode ganhar pontos com seu interlocutor. Em um estudo da Universidade do Mississipi, algumas garçonetes foram instruídas a tocar rapidamente o ombro ou as costas dos clientes quando retornavam os trocos deles – e as que fizeram isso conseguiram gorjetas maiores do que as que não tocavam os clientes.
Agora, claro, tudo é jeito: tocar uma pessoa que claramente prefere manter distância é fracasso na certa.
7. Sorria!
Quem sorri mais é mais “gostável”. Isso de acordo com um estudo da Universidade de Wyoming, nos EUA, no qual 100 participantes mulheres olharam fotos de várias outras moças em quatro poses diferentes – sorrindo com uma postura corporal ‘aberta’ (coluna ereta e braços descruzados), sorrindo em postura ‘fechada’ (braços cruzados), rosto sério com postura aberta e não sorrindo em postura fechada.
De todas as fotos, as mulheres que sorriam, independente da postura corporal, foram consideradas as mais amigáveis. Outro estudo, da Universidade deFlorença, na Itália, sugere que sorrir quando você conhece alguém faz com que elas lembrem de você mais tarde.
Por fim, uma terceira pesquisa chegou a conclusão de que você inconscientemente sente as emoções de quem está por perto. Assim, estar de bom humor vai deixar todo mundo ao seu redor mais feliz.
8. Compartilhe um segredo
A lógica é simples: se você contar para a pessoa algum segredo sobre você, ela se sente especial – e cria uma simpatia por você. A conclusão é de uma pesquisa da Stony Brook University, que funcionou assim: algumas pessoas formaram pares e conversaram por 45 minutos.
Mas não era qualquer conversa – cada dupla seguia um roteiro de perguntas, e havia dois tipos de roteiro: um extremamente pessoal (com perguntas como “como é sua relação com a sua mãe?”), e o outro, com conversa de elevador (“tá frio, né?”).
No fim do processo, as duplas que perguntaram coisas pessoais disseram já ser amigas, entquanto as outras disseram que não dava para afirmar i
9. Espere coisas boas das pessoas
Se liga na magia: se você considera uma pessoa uma chata, provavelmente vai agir de um jeito mais defensivo com ela – o que, por sua vez, vai fazer com que essa pessoa te ache um idiota.
Aí, ela também vai querer se proteger e, no fim, a forma como ela agir vai acabar confirmando a sua opinião ruim a respeito dela. Isso é conhecido como o efeito Pigmaleão (ou efeito Rosenthal), e também funciona do outro lado: se você já esperar um tratamento amigável de alguém, provavelmente vai se abrir mais, e aí essa pessoa vai sentir essa abertura e realmente ser mais amigável. Pelo menos, é isso que diz um artigo publicado na Harvard Magazine. Mas faz sentido, né?
10. Tenha senso de humor
Uma pesquisa das universidades da Califórnia e de Illinois mostra que um bom senso de humor é a característica que as pessoas mais procuram com os amigos, e está acima de qualquer outro traço positivo – incluindo empatia, beleza e gostos parecidos.
Por outro lado, não ter um senso de humor (especialmente no seu trabalho) pode ser desastroso: em um estudo da Universidade de Washington, que analisou as relações entre 140 colegas de trabalho entre 26 e 35 anos, fica claro que as pessoas com menos senso de humor eram as menos populares – mesmo que elas fossem sabidamente bons trabalhadores, éticos ou pessoas educadas.
11. Deixe a pessoa falar de si (e ouça)
Falar de si, de acordo com um estudo de Harvard, é tão recompensador quanto ganhar dinheiro, fazer sexo ou comer. Mas segundo Stuart Diamond, professor da Universidade da Pensilvânia, abrir um espacinho nessa falação para ouvir o outro – nem que seja só um pouquinho – pode dar um up na relação, mesmo que não seja a relação mais profunda do mundo.
Uma vez, ele precisou de um favor de uma atendente do guichê de uma companhia aérea – só que a mulher estava cansada e de mal humor, e não parecia afim de ajudar.
Aí, Diamond chegou perto e perguntou se estava tudo bem: “Ela sabia que eu queria um favor. Mas só eu parei 10 segundos para perguntar como ela se sentia”, disse ele – e no fim, o pesquisador conseguiu o favor.
Texto publicado originalmente no site Superinteressante.

QUAL A INFLUENCIA DIRETA DA MUSICA EM NOSSOS COMPORTAMENTOS......

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1. A música pode prepará-lo para o amor

Quem nunca chorou ouvindo uma canção romântica que desafine na primeira estrofe. Um estudo publicado em 2010 mostrou que você fica mais aberto às possibilidades de um romance depois de ouvir uma música considerada romântica.
O estudo foi feito com mulheres entre 18 e 20 anos. Um grupo foi instruído a ouvir músicas consideradas “românticas” pelos pesquisadores, enquanto outro grupo escutou canções “neutras”. Depois disso, elas foram questionadas por um rapaz sobre seu número de telefone, e aquelas do primeiro grupos o forneceram muito mais facilmente que as outras.Em estudo, mulheres que ouviram músicas românticas deram seu número de telefone mais facilmente do que as que escutaram canções neutras

2. Mas ela também pode prepará-lo para o ódio

Em 2006, uma pesquisa alemã tentou entender como músicas consideradas sexualmente agressivas poderiam impactar nossos pensamentos, emoções e comportamentos. Os homens que ouviram canções misóginas, ou seja, que denegriam as mulheres, tinham muito mais tendência a descrever o sexo oposto com atributos negativos do que os homens que escutaram músicas neutras.
“Além disso, as músicas com letras ofensivas ao sexo masculino tiveram um efeito semelhante sobre as mulheres que as escutaram”, concluiu o estudo.
Homens usaram adjetivos ruins para descrever mulheres após ouvirem músicas misóginas

3. Dependendo da música, você pode sentir um gosto melhor

Um artigo do British Journal of Psychology, de 2010, mostrou que diferentes tipos de música podem melhorar o seu paladar. A pesquisa foi feita com 250 pessoas que beberam um vinho chileno enquanto ouviam quatro gêneros musicais diferentes.
Quando a música tinha sons mais fortes e poderosos, o sentido das pessoas parecia ficar mais apurado para as “notas” do vinho. Isso diminuiu quando músicas mais calmas e suaves eram tocadas. A conclusão dos pesquisadores é de que os estímulos auditivos podem, sim, influenciar nossos outros sentidos, como o paladar, neste caso.
percepção de gostos pode melhorar dependendo da música que você escutaUma das teses defende que a música tem a capacidade de desencadear processos mentais involuntários de análise. Quando o cérebro consegue “adivinhar” a próxima nota ou a próxima sequencia de notas de uma música já conhecida, isso gera um estímulo prazeroso no indivíduo e a medida que se executa o processo há cada vez mais desejo de executá-lo.
Bebês recém nascidos apresentam alterações comportamentais quando expostos ao som de músicas, haitianos entram em transe ao som de ritmos africanos e militares parecem assumir postura mais agressiva em marcha ao som de cânticos de vitór.
A música é capaz de nos afetar, mesmo sem que a letra seja sequer percebida: “Música, que não depende das funções superiores do cérebro para franquear entrada ao organismo, ainda pode excitar por meio do tálamo – o posto de intercomunicação de todas as emoções, sensações e sentimentos.
Uma vez que um estímulo foi capaz de alcançar o tálamo, o cérebro superior é automaticamente invadido, e, se o estímulo é mantido por algum tempo, um contato íntimo entre o cérebro superior e o mundo da realidade pode ser desta forma estabelecido.” 
No Mundo Ocidental a música vem exercendo funções específicas em diversas atividades humanas como ninar crianças, fazer dançar, contar estórias, comemorar eventos especiais, aumentar a venda de produtos, entreter, curar e rezar, anunciar eventos, aumentar a coragem para uma guerra, e até para aumentar a produtividade em linhas de produção industriais.
O famoso pianista Norueguês Kjell Bekkelund declarou certa vez que: “O objetivo da indústria pop, na minha opinião, parece ser a criação de indivíduos que ‘não precisem pensar’”. Certamente o pianista, por sua atividade, tinha clara noção dos efeitos que a música tem sobre o cérebro humano, cada ritmo, cada compasso, cada som têm uma influência diferente no ser humano, e um influencia potencializada nos grupos que assistem a concertos e shows, sejam eles de rock, de funk ou de musica gospel. 
Em uma pesquisa realizada em grande universidade pública, várias pessoas responderam que a música ajuda a criar uma certa atmosfera que influencia o humor e os sentimentos, então crê-se que não é ignorado o poder da música sobre o comportamento, embora poucas pessoas reflitam acerca disso. O que desejamos destacar aqui é que a música, que na maioria das vezes é tida simplesmente como diversão, passatempo ou algo inocente,  é capaz de influenciar em decisões importantes.
Grupos de pessoas ou mesmo grandes parcelas da humanidade têm sido afetados por técnicas de mudança de comportamento que tem a música como principal ferramenta. Seja pela letra seja pelos ritmos e instrumentos utilizados ou pelos dois combinados a música não é ignorada pelas grandes empresas de marketing.
Você consegue imaginar um comercial de Coca cola sem um fundo musical? 
Você consegue imaginar uma cena romântica em um filme, sem um fundo musical?
No Brasil, em época de eleições se percebe o trânsito de vários carros de som tocando músicas previamente elaboradas. Normalmente têm poucas estrofes e sequencias melódicas bastante comuns. a intenção é fixar na mente das pessoas os nomes de candidatos e partidos mencionados nas letras.
Não vamos tratar aqui de lendas como o chamado Efeito Mozart, que prometia tornar bebês mais inteligentes através da audição de músicas de grandes mestres como Mozart, efeito, aliás, que deve ter gerado grandes lucros para as empresas que vendiam CDs com títulos como “Construa o cérebro de seu bebê através da música de Mozart”.
Nossa mente tem um grande poder de memorizar sons e associá-los a momentos e fatos passados, observe as vinhetas tocadas antes de alguma novela ou do jornal da noite, são sempre as mesmas, e fazem com que saibamos mesmo antes do anúncio, qual a próxima programação da TV.