segunda-feira, 11 de junho de 2012

AMOR X RAZÃO: ENTENDA A RELAÇÃO ENTRE SENTIMENTO E RACIONALIDADE!

A ciência revela que os sentimentos amorosos podem levar à inibição da atividade de várias áreas do cérebro ligadas à capacidade e ao pensamento crítico, suprimindo a atividade neurológica relacionada com a avaliação social crítica dos outros, e também as emoções negativas. Este fato acaba, curiosamente, por fazer jus ao ditado popular que afirma que "o amor é cego." De fato, este estado leva a uma alteração da nossa capacidade cognitiva: tendemos a idealizar o parceiro, exagerando nas suas qualidades e rejeitando todo o tipo de indícios menos positivos que dele possam surgir. Ainda no mesmo estudo, outro aspecto que terá impressionado os investigadores foi o fato de, ao analisarem a atividade cerebral de 20 jovens mães ao verem as fotos dos seus filhos, de crianças que conheciam e de amigos adultos, terem verificado que, tal como nos padrões de atividade cerebral registados num estudo relativo aos efeitos do amor romântico, ocorre uma redução dos níveis de actividade nos sistemas necessários para fazer julgamentos negativos.


Apesar de todos estes dados, imprescindíveis para o conhecimento do amor, qualquer definição que nos seja apresentada nunca nos satisfaz completamente. Sentimos que existe sempre mais alguma coisa e é esse mesmo mistério que torna a definição do amor subjectiva e, por isso, controversa e não consensual. Até porque, se tal fosse possível, a magia envolta em torno desse elemento fundamental da vida de um indivíduo poderia desaparecer, perdendo assim parte de todo o seu significado…

"Alguns dos obstáculos a amar: a nossa agenda pessoal ou motivações, expectativas, necessidades e desejos. Temos que ter cuidado para que no amor não estejamos a procurar a nossa pessoa, uma réplica, um clone; ninguém pode ser exactamente como nós. O amor pode ajudar-nos a descobrir as nossas diferenças.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

EXCLUSIVO! APRENDA MEMORIZAR COM ESSAS DICAS!


Não é totalmente errado afirmar-se que memória e inteligência são essencialmente a mesma coisa. Isto porque a função intelectual só é possível a partir das informações que temos registradas na memória. Ninguém consegue pensar sobre o que não sabe, no entanto, consegue pensar muito bem se tiver "armazenadas" boas informações a respeito do assunto.
Importante: raciocinar nada mais é do que "comparar informações que temos na memória". Assim sendo, pode-se afirmar com segurança que todo raciocínio é uma comparação, seja ela entre dados isolados, conceitos, procedimentos etc.

Todos nós sabemos, entretanto, que é tão fundamental "aprender" quanto "lembrar" daquilo que se aprendeu. Sem "lembrar" das coisas que estudamos, toda esta aprendizagem perde o seu valor prático e não nos serve para nada.

Para facilitar essa "lembrança", todavia, existem diversas técnicas agrupadas numa ciência bastante interessante chamada Mnemotécnica (ou Menmônica) que já era praticada pelos antigos gregos, pelos fenícios, árabes etc.

O que a ciência moderna fez foi, simplesmente, recuperar e adapatar tais técnicas para a nossa realidade cultural. Só a título de curiosidade, vale lembrar que antes da invenção do primeiro alfabeto linear (por volta de 1.700 a.C., pelos fenícios) todo o processo de transferência da informação era basicamente oral e, para tanto, esses povos precisaram desenvolver técnicas eficazes de memorização de forma a assegurar a sua unidade política, social e religiosa.

O princípio das técnicas mnemônicas consiste basicamente em estabelecer associações criativas entre as informações a serem memorizadas. Assim, quanto mais associações são criadas, mais fácil será a lembrança da informação aprendida. Veja: quando aprendemos o que é uma laranja, registamos na memória diversos outros detalhes como: que a laranja tem formato arrendondado, que é rica em vitamina C, que serve para fazer sumos etc.

Assim, quando queremos lembrar de frutas que servem para fazer sumo, lembramos também da laranja. Quando queremos lembrar de frutas que tenham formato arredondado, outra vez lembramos da laranja. Quanto mais associações, melhor! A nossa memória tem uma dificuldade muito grande para registar dados isolados, que não estejam associados a outras informações.

 Ocorre, entretanto, que se pode associar as informações a serem memorizadas de diversas formas, como por exemplo, pelas cores, pelas emoções e até pela música. A música, a rima e o ritmo permitem associações fantásticas.

 Repare como as pessoas têm sérias dificuldades para decorar um texto de apenas três linhas e, no entanto, conseguem memorizar dezenas de músicas e conseguem se lembrar delas, muitas vezes, a partir de apenas uma nota. E sabe por que as pessoas conseguem memorizar mais facilmente uma música do que uma poesia? É simples: é porque a música não faz "cobranças intelectuais"; ela penetra diretamente no subconsciente, exactamente porque a pessoa está "descomprometida" com a razão enquanto ouve.

 Além do mais, as músicas tem ritmo e muitas delas são rimadas. Isso estabelece uma associação bastante fácil de ser recuperada na memória.

 Outro detalhe importante é a relação que há entre a memória e o sistema límbico (ou nosso segundo cérebro). Esse sistema límbico é que controla nossa sexualidade e grande parte das nossas emoções. Já reparou que nos lembramos com muita facilidade daqueles factos que tiveram grande representação emocional na nossa vida e esquecemos também com facilidade daqueles que nada representaram para a gente? Portanto, ponha sempre emoção em tudo aquilo que você quiser lembrar.

Importante: a nossa memória regista muito bem todos os factos carregados de emoção e não regista os fatos desinteressantes, banais, corriqueiros.

Uma outra dica interessante é a seguinte: para memorizar melhor, seja lá o que for, envolva todos os seus sentidos (audição, olfacto, paladar, tacto e visão) na aprendizagem.

 Nós aprendemos mais e retemos melhor na memória, quanto mais sentidos envolvemos neste processo. Lembre-se que as cores, a música, o gestos, os odores, também são informações fundamentais para a aprendizagem. Portanto, saia da mesmice das anotações lineares e do estudo "silencioso". Agite! Envolva-se! Invente! Experimente!

 Um outro ponto importante e que deve ser ressaltado, está expresso no seguinte princício: "a repetição é a mãe da aprendizagem". Dados ou factos que sejam emocionalmente inexpressivos, que não permitam boas associações ou que não venham "embalados" pela música, podem ser memorizados pelo método da repetição.

 Lembra-se como aprendeu tabuada? Pois é assim mesmo. Quanto mais repetir uma informação (que tanto pode ser uma informação científica como um conceito moral) mais ele penetra no subconsciente. É justamente por isso que os métodos de auto-hipnose recomendam "formulações" insistentes e sistemáticas sobre alguma coisa que queiramos que seja verdade.
Repare que as pessoas amarram os cordões dos sapatos, naturalmente, "sem pensar" como deve fazê-lo, não é verdade? Pois bem, isto só é possível porque se está a "repetir" o acto de "amarrar os cordões" diversas vezes, até que esta informação se assentou de tal forma no subconsciente que a sua recuperação na memória passou a ser automática.

Dificuldades em memorizar?

Uma das afirmações mais frequentes que se ouve dos estudantes é a seguinte: "Tenho sérias dificuldades para memorizar... acho que não tenho uma boa memória."

 Ora bem, desde que não haja uma história de doença grave (e isto é sempre diagnosticado antes mesmo de a memória fraquejar) nada justifica as dificuldades de memorização a não ser uma destas três causas:

1) Stresse - provocado principalmente pelo medo, pela ansiedade ou pelo excesso de cobrança;
2) Desinteresse pelo assunto em questão (que pode também ser provocado pelo antagonismo ou aversão ao professor);
3) Auto-estima baixa (que pode ter sido provocada pelo excesso de críticas ao desempenho escolar).

 O mais comum, entretanto, é encontrarmos estes três factores associados entre si. A pessoa com a auto-estima em baixa stressa com facilidade e se torna ansioso, medroso ou, em algus casos, até mesmo agressivo. Problema de memória, no entanto, ele não tem nenhum. O que ele precisa é tão-somente ter sua auto-estima levantada.

 Isto aumentará o poder de concentração, estimulará a capacidade de "sonhar" e a criatividade, fortalecerá a confiança e os problemas de memória desaparecerão naturalmente.

Muita gente ainda pensa que "concentrar-se no estudo" é despejar toda a sua ansiedade e toda a sua vontade no ato de aprender. Só que este é um erro fatal. A concentração óptima para a aprendizagem não é aquela em que a pessoa estimula o seu "estado de alerta" que faz aumentar os batimentos cardíacos, a tensão muscular, o ritmo respiratório.

 A concentração óptima é a concentração passiva, quando a pessoa não está "preocupada em aprender", mas sim "divertir-se com o estudo", ou, numa linguagem bem jovem, "curtir o estudo".
Repare-se que quando assistimos um filme sobre História, aprendemos muito mais sobre o facto do que quando nos debruçamos sobre um livro, ansiosos, e tentamos decorar tudo.

"Aprender" é da natureza humana e memorizar é um acto intelectual tão natural que somos capazes de memorizar mesmo sem querer memorizar.
O nosso cérebro foi criado para aprender. E não somos nós que vamos interferir neste destino; nós somos capazes de aprender tudo o que nos interessa aprender e sem fazer grande esforço para isso. Aliás, fazer esforço para aprender é um contrasenso. Ninguém tem que se esforçar para aprender. Basta ficar na sua (atento, mas relaxado) e deixar o cérebro aprender sozinho. E ele é capaz de fazer isto magistralmente por nós.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

VOCE SABIA? AS EMOÇÕES AFETAM DIRETAMENTE A SUPERFÍCIE DA PELE OCASIONANDO MANCHAS...

Pele e Psiquismo
A emoção por trás da doença
Tudo o que se vive envolve algum tipo de emoção. As doenças são situações que sempre disparam emoções e, muitas vezes, são antecedidas de emoções de tal significância que podem ser tidas como provocadoras da doença. Não se sabe em que nível as emoções participam da geração da enfermidade. Pode ser até que todas as doenças, que não as genéticas, tenham, na sua origem, emoções represadas ou mal solucionadas.
No estado atual dos conhecimentos e das possibilidades de investigação, não é possível garantir quando emoções tiveram papel ativo no desencadeamento de uma doença ou não. Entretanto, fatos circunstanciais levam a acreditar que efetivamente em certas situações estados emocionais específicos tiveram pelo menos uma estreita relação com a doença.
A ligação anatômica das emoções
As emoções podem ser a conexão entre a mente e o corpo, porque as substâncias químicas que controlam nosso corpo e nosso cérebro são as mesmas que participam das emoções, segundo a pesquisadora Candace Pert, descobridora de diversos mensageiros químicos conhecidos como neuropeptídios. As áreas do cérebro que controlam as emoções são especializadas - algumas para emoções positivas, como o nucleus accumbens, e outras para emoções negativas, como a amídala.
Dessas áreas, seguem fibras nervosas para o hipotálamo e para o tronco cerebral. Conforme a Dra. Esther Sternberg, diretora do Programa Integrativo Neuroimunológico do Instituto Nacional de Saúde Mental dos EUA, os centros emocionais estão ligados, acima, aos sinais que chegam do ambiente e, abaixo, aos centros motores, tornando-nos aptos a responder aos sinais conforme o estímulo do momento. Dessa maneira, as emoções interferem no funcionamento do organismo.
Resultado negativo
Temos dois casos clínicos da mesma doença com resultado diverso em situações semelhantes.
O primeiro é um paciente de 12 anos com vitiligo no rosto, que vem expandindo-se rapidamente nos últimos dois anos. Começou aos oito anos de idade, quando os pais se separaram. Era muito afeiçoado ao pai e sofreu muito sua ausência. Por dois anos, o pai não deu assistência , mas o paciente alimentava esperança de que houvesse uma reconciliação entre a mãe e o pai e este voltasse para seu convívio. A mancha iniciada aos oito anos permaneceu estável até o momento em que ficou sabendo que o pai tinha casado com outra pessoa, o que matou a esperança que nutria. Desde então, as manchas passaram a aumentar e tomaram grande extensão do lado direito do rosto.
Nenhum outro episódio patológico importante ocorreu neste paciente nesses momentos de surgimento da mancha e de sua expansão. A coincidência com ocasiões de emoção com grave conotação negativa pode ser o elemento desencadeante e agravante do quadro clínico.
Resultado positivo
Outro paciente, este de 15 anos, tem manchas de vitiligo desde os três anos de idade. Nessa época, a mãe vivia com uma pessoa que não era o pai do paciente. Era alcoólatra e tratava muito mal a ele e à mãe. O paciente tinha muito medo dele e vivia em constante sobressalto. As manchas de vitiligo expandiam-se continuamente, tendo atingido o dorso, membros superiores, rosto e pernas. Essa situação perdurou até dois anos atrás, quando a mãe separou-se dessa pessoa. A partir desse momento, o paciente sentiu-se aliviado, tornou-se alegre e comunicativo e as manchas, que aumentavam, estabilizaram-se e entraram em processo de repigmentação.
Diante dessa melhora, como costuma acontecer, o paciente relaxou o tratamento e suspendeu a medicação. Há mais de um ano, não faz tratamento; não obstante, as manchas continuam a regredir, estando já com algumas manchas cem por cento recuperadas e outras com 90% de repigmentação, a caminho da cura.
A concomitância da instalação das manchas e do início da cura com dois momentos emocionais significativos, um com carga negativa e o outro com carga positiva, faz-nos crer que eles efetivamente têm relação com os fatos físicos, o que coincide com relatos de inúmeros pacientes. Ressalte-se que é incomum que o vitiligo regrida espontaneamente. Só temos observado esse comportamento da dermatose em pacientes nos quais se identifica algum estado emocional relacionado com as manchas.
Desfechos opostos
Por trás da doença desses pacientes, que era a mesma em ambos, havia emoções intensas, provocadas por eventos de grande impacto na vida de qualquer pessoa, como a perda de um familiar e a convivência com familiar incômodo do qual não é possível afastar-se. O desfecho oposto dos fatos levou a emoções diferentes e ao agravamento do quadro num paciente e ao melhoramento no outro.
Assim como esses casos, talvez a relação com emoções no desencadeamento de doenças seja muito maior do que a medicina considera. Embora os instrumentos de medição atuais ainda não consigam demonstrar isso fisicamente, os fatos observáveis fornecem fortes indícios de que algum nexo existe, em muitos casos, entre a emoção e a doença.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

ACREDITE! A LUA TEM INFLUÊNCIA SOBRE O COMPORTAMENTO HUMANO..


A Lua é o astro luminoso mais próximo da terra. Tem um diâmetro de 3.460 km, está distante da terra cerca de 382 400 km.

Também é o astro que, além das repercussões que a sua força de atração exerce sobre o planeta que habitamos, influi de modo mais direto sobre o carácter, o destino e o funcionamento dos seres vivos.

As fases da Lua ou variações chama-se sinódica e tem 29 dias de duração.

Conhecer a posição do nosso satélite no momento do nascimento é sumamente importante, pois sem esse lado o horóscopo ficará incompleto. Mas não só nessa altura, também em outros momentos, pois a sua ação é continua e determina, em grande medida, o nosso comportamento quotidiano.

A Lua possui efetivamente, um segundo, denominado sidério em relação às estrelas, que dura 27 dias.

O médico Arnold Lieber começou com a sua investigação sobre a Lua, quando era ainda um estudante de medicina. Quando trabalhava com doentes mentais, reparou que os doentes ficavam mais perturbados em ciclos regulares, outros médicos notavam padrões de aumento periódicos em úlceras e em ataques epilépticos. Foi nessa altura que alguns meteorologistas demonstraram que a Lua influencia a formação de ciclones!

A partir dessa base, o Dr. Lieber iniciou um projeto que se propunha a demonstrar as relações existentes entre o comportamento violento, tal como foi medido na altura exata da ação em casos de homicídio, e as fases da Lua.

O gráfico de homicídios em certos lugares apresenta aumentos na fase da Lua Cheia, com um segundo aumento imediatamente a seguir à Lua Nova e um ponto mais baixo antes da Lua Nova. A princípio desorientado, o Dr. Lieber descobriu que esta diferença de três dias correspondia à influência da latitude no atraso das marés locais. O mesmo atraso na periodicidade da atividade metabólica dos hamsters foi notado pelo Dr. Frank Brown.

Nas investigações do médico Lieber, estão os acontecimentos ligados às fases da Lua, (tomando os Estados Unidos como exemplo):

1 – Cinco em cada oito assassínios de americanos ocorrem em noites de Lua Nova e de Lua Cheia.

2 – Nos 12 meses até Abril de 1977 suicidaram-se 9 pessoas na ponte de Golden Gate, em dias de Lua Cheia.

3 – Quando a Lua se encontra em fase de Lua Cheia, os casos de fogo posto aumentam 100%

4 – Filadélfia, Los Angeles e Miami são cidades onde a polícia nota o aumento de fogo posto e de crimes contra pessoas, na fase de Lua Cheia.

5 – Em outros lugares, nas noites de Lua Cheia, os bombeiros recebem de 25 a 30 chamadas a mais no seu departamento de incêndios.

6 – Verificou-se que o número de raptos, roubos, assaltos, roubos de automóveis, ofensas contra famílias e crianças e o número de embriagados e desordeiros tende a aumentar na fase de Lua Cheia.

7 – O número de entradas nas salas de emergências aumenta consideravelmente, quando a Lua se encontra em fases de Lua Cheia.

8 – Há cereais que só crescem em noites de Lua Cheia e de Lua Nova.

9 – Algumas espécies de vermes só acasalam na noite do último quarto de Lua nos meses de Outubro e Novembro.

10 – Há muito mais nascimentos nas fases de Lua Cheia e de Lua Nova.

11 – Normalmente, o ciclo menstrual tem exatamente a mesma duração do mês lunar, no ser humano.

12 – O período de gestação humana tem a duração exata de nove meses lunares: 265,8 dias.

13 – Durante a fase de Lua Cheia, dão-se mais hemorragias de úlceras.

14 – Notam-se hemorragias excessivas em operações, durante a Lua Nova e Lua Cheia.

15 – As maiores quantidades de precipitação ocorrem no terceiro ou quinto dia depois da Lua Cheia e da Lua Nova.

16 – O desaparecimento de aviões no Atlântico (Triângulo das Bermudas) aumenta durante a Lua Nova e a Lua Cheia.

17 – Nascem mais crianças do sexo masculino imediatamente a seguir à Lua Cheia e mais crianças do sexo feminino a seguir à Lua Nova.

Ainda mais importante, contudo foi a observação do médico Lieber: As épocas das marés vivas resultado de uma Lua Cheia ocorrer simultaneamente com o perigeu da Lua e um eclipse provocam ainda um maior aumento do que a própria influência regular da Lua Cheia no número de assassínios. E, ainda mais, estes assassínios foram marcados por uma brutalidade extrema.

O Dr. Lieber chegou à conclusão de que a influência dos ciclos lunares no comportamento humano e no fenómeno biológico é idêntica à que se verifica com as marés. Por outras palavras, a gravitação na água provoca no corpo humano uma pressão própria e estimula a actividade eléctrica e hormonal. Como a própria superfície da Terra o corpo humano é composto de 80% de água e 20% de sólidos. Esta água do corpo contida em três compartimentos principais:

1 – O intravascular – a água no sangue, que tem aproximadamente a mesma composição da água do mar.

2 - O Extra-Celular – água flutuando livremente nos tecidos, banhando as células.

3 – O Intra-Celular – a água nas células.

A água corporal move-se normalmente entre os três compartimentos. O equilíbrio do líquido pode-se modificar, contudo, por qualquer alteração nos fenómenos corporais. Excesso de água no corpo causa tensão, dilatação e irritabilidade nervosa. Quando a gravitação lunar desorganiza o equilíbrio do líquido, resulta daí que uma pessoa fica sob tensão propensa a exploração emocional.

O Dr. Lieber cita a influência que a constituição da água corporal tem sobre os nervos e sobre o comportamento nos sindromas da tensão pré-menstrual: “Mudanças da Lua e maior irritabilidade são aspectos bem conhecidos desta sindromas que podem ser usados como modelo da maré alta biológica no corpo humano. Durante o período pré-menstrual as mulheres vão mais frequentemente às emergências dos hospitais; são admitidas em hospitais psiquiátricos e no departamento de crimes”.

Todas as formas de vida são ressoadoras cósmicas. Nós somos uma parte integrante do universo vivo. Nós somos constantemente influenciados pelo fluxo e refluxo da atividade cósmica – fase da Lua, manchas solares, radiação solar, raios cósmicos, movimentos planetários, para mencionar cinco das suas formas. As oscilações destas forças são subtis, ainda que regulares e penetrantes. Elas colidem com a atmosfera terrestre e causam perturbações no ambiente ao nível da biosfera. As mudanças são sentidas pelos animais, pelos humanos e pelas plantas, e são convertidas em ritmos biológicos pela atividade eletromagnética.

Os diferentes ritmos biológicos de cada indivíduo são determinados à nascença, quando o organismo entra em contato com o ambiente e começa a ser influenciado pelas forças desse ambiente. É sabido que muitas dessas forças servem de sinal para os ritmos biológicos. Estes sinais são imprimidos à nascença. Os ritmos solar e lunar irão ser identificados em qualquer momento da vida do indivíduo. A distribuição dos ritmos vai diferir de indivíduo para indivíduo porque todos nós nascemos em alturas diferentes e, em diferentes lugares.

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quinta-feira, 24 de maio de 2012

AMIGO LEITOR..LEIA COM ATENÇÃO ESTE POST VALE A PENA.. (EFEITOS NOCIVOS DA MACONHA AO SER HUMANO!)


Dentre a relação da maconha e a saúde humana, há vários efeitos positivos e negativos que podem variar de acordo com a condição psicológica de cada usuário e o uso ou abuso da droga. No entanto, os pesquisadores, divergem quanto a nocividade e utilização medicinal

O tetrahidrocanabinol (THC) é o principal responsável pelos efeitos psíquicos da droga no organismo, sendo bastante lipossolúvel. Metabolizado no fígado, é bio-transformada em um metabólito mais potente que o THC.

Alguns dos problemas de saúde associados com o uso de maconha são:


Alguns dos problemas estão especificamente associados com a ingestão de fumaça, podendo também estar associados ao tabaco utilizado junto com a maconha em baseados:



Durante a
síndrome de abstinência os sintomas mais comuns são:


As folhas, por sua plantação geralmente sendo feita sem regulamentos e higiene adequada, frequentemente estão contaminadas por fungos, bactérias e vírus alguns deles causando sérias infecções em seres humanos. Dentre as doenças causadas pelo consumo de folhas contaminadas estão:


Diversos desses agentes infecciosos não são destruídos ao se fumar, sendo possível que a fumaça cause contaminações pulmonares.

Um estudo publicado em 2010 no periódico Archives of General Psychiatry associa o consumo de maconha à psicose. Constatou-se que, entre jovens que fumam maconha há seis anos ou mais, o risco de alucinação ou delírios pode chegar a ser o dobro do verificado entre as pessoas que nunca consumiram a droga.

Efeitos a curto prazo

Quando fumada, os efeitos de curto prazo da maconha manifestam-se em segundos e estão totalmente aparentes em poucos minutos, durando geralmente por 2–3 horas. Foi observado que a duração dos efeitos perceptíveis diminuem por conta do uso prolongado e repetido que levam ao desenvolvimento de tolerância aos cannabinóides.

Um estudo holandês, duplo-cego, randomizado, placebo-controlado examinou voluntários do sexo masculino de 18 a 45 anos que relataram histórico de uso regular de maconha e concluiu que o fumo de maconha com níveis muito altos de THC (maconha com 9-23% de THC) levam a maiores concentrações de THC no soro sanguíneo. Isso reflete-se num aumento da ocorrência de déficits psicomotores, particularmente nos mais jovens ou sem experiência no uso da maconha. Altas concentrações de THC na maconha foram associados com um aumento relacionado à dose de efeitos físicos (como aumento da pressão arterial e queda da pressão sanguínea) e psicomotores (como aumento do tempo de reação, dificuldade de concentração, menor controle motor e fraqueza). Também foi observado durante o estudo que os efeitos de um único cigarro de maconha duraram mais de 8 horas. O tempo de reação ficou diminuído por até 5 horas depois do fumo, quando a concentração do THC no soro sanguíneo estava significativamente reduzida, mas ainda presente. Entretanto, é importante notar que os indivíduos (sem saber a potência) foram instruídos a finalizar as pontas dos cigarros, levando em muitos casos a doses significativamente maiores do que as que eles normalmente tomariam. Adicionalmente, quando os indivíduos fumam várias vezes por dia, acumuçação de THC pode ocorrer.

Alguns dos efeitos físicos de curto-prazo do uso da maconha incluem:

  • Aumento da frequência cardíaca;
  • Boca seca,
  • Redução da pressão intra-ocular,
  • Relaxamento muscular
  • Sensação de pés e mãos frios ou quentes.

Alguns efeitos podem incluir um generalizado estado alterado de consciência e percepção, euforia, sentimentos de bem-estar, relaxamento ou redução de estresse, apreciação da comédia, música e artes aumentada, jovialidade, metacognição e introspecção, incrementação da memória episódica, sensualidade aumentada, percepção de sensação aumentada, aumento da libido,  pensamento criativo, abstrato ou filosófico, alteração da memória linear e paranoia ou ansiedade. A ansiedade é o efeito adverso do fumo de maconha mais relatado. Entre 20 e 30 porcento dos usuários recreativos sentem ansiedade e/ou ataques de pânico depois de fumar maconha.

A maconha também produz muitos efeitos subjetivos, como maior apreciação do sabor da comida e de aromas e distorções da percepção do tempo e do espaço (a experiência de uma "descarga" de ideias do banco da memória de longo-prazo podem criar a impressão subjetiva de longo tempo). Em altas dosagens, efeitos podem incluir imagem corporal distorcida, ilusões auditivas e/ou visuais, pseudo-alucinações ou (raramente, em doses muito altas) experiências totalmente alucinatórias e ataxia. Em alguns casos, a maconha pode levar a estados dissociativos como despersonalização e desrealização; esses efeitos frequentemente são desejados, mas têm potencial para induzir ataques de pânico e paranoia em usuários não acostumados.

Os efeitos da maconha geralmente duram de 30 minutos a 8 horas, dependendo da potência da dose e do método de ingestão.

Danos cerebrais

Pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Diego (EUA) afirmaram que fumar maconha altera as funções cerebrais, mas não provoca danos permanentes.

Porém, outros estudos indicam que sim, ela pode sim causar danos permanentes ao cérebro.[67Estudos têm mostrado que o uso da maconha frequentes na adolescência está associada a piora na memória, atenção, ativação anormal do cérebro e pior funcionamento da substância branca no cérebro, mesmo após 28 dias de abstinência.

A maconha produz um dano de longo prazo apenas marginal, afetando de modo insignificante as capacidades de aprendizado e memória. E nenhum efeito foi registrado em outras funções, entre as quais o tempo de reação, a atenção, a linguagem, a habilidade de argumentação e as capacidades motora e perceptiva.

[editar] Sistema reprodutor

Algumas pesquisas, ainda não definitivas, apontam que o uso continuado da erva pode reduzir a testosterona, o número de espermatozóides nos homens, o que poderia ser revertido ao se abandonar o uso da droga. Entretanto, não é provado que uma menor quantidade de esperma tenha qualquer relação negativa com a fertilidade. Alegações de que a maconha poderia desregular o funcionamento hormonal nas mulheres, assim como alterar seu ciclo menstrual ou causar infertilidade, são improváveis e infundadas.

[editar] Forma de uso

Fumada

A duração total de curto-prazo da maconha quando fumada é baseada na potência e no quanto foi fumada. Os efeitos tipicamente duram de duas a três horas.

Ingerida

Quando ingerida, os efeitos psicoativos demoram mais para se manifestarem e geralmente duram mais, tipicamente por 4 a 10 horas depois do consumo. Doses muito altas podem durar até mais. Adicionalmente, o uso oral elimina a necessidade de inalar os produtos da combustão tóxica criados pelo fumo, o que elimina muito do dano respiratório e cardiovascular associado ao fumo.

[editar] Problemas respiratórios

Há uma certa polêmica com relação aos efeitos da maconha no aparelho respiratório. Como as pesquisas dos efeitos da maconha são mais recentes do que as produzidas sobre o tabaco, os resultados tendem a ser controversos e preliminares. Contudo, uma suposta pesquisa da OMS (Organização Mundial de Saúde) a qual teria sido censurada por motivos políticos informa que a maconha não causa bloqueio das vias respiratórias, enfisema pulmonar.

[editar] Risco de câncer no pulmão

Apesar de haver entre os usuários uma ideia disseminada de que fumar maconha é menos prejudicial aos pulmões do que fumar tabaco, isso pode não corresponder à realidade. Os estudos mostram que fumar de 3 a 4 cigarros de maconha por dia equivale a fumar mais que 20 cigarros de tabaco, porque o pulmão do fumante de maconha recebe uma carga líquida de material particulado cerca de quatro vezes maior do que o fumante de tabaco. Isso porque a maconha é fumada com um volume de tragada 2/3 maior, volume de inalação 1/3 maior e com um tempo de retenção da fumaça quatro vezes maior do que os valores considerados para o tabaco. Alguns desses problemas são causados porque o cigarro de maconha não é fumado com filtro como muitos em alguns países são, já que este é um processo de industrialização.

Em artigo publicado na revista European Respiratory Journal, o risco de câncer em quem fuma mais de um baseado por dia por 10 anos ou mais de dois por dia durante 5 anos foi 5,7 vezes maior mesmo levando em contas outras variáveis como tabagismo e alcoolismo. Em outro estudo, com 430 casos, houve 240% mais chance de câncer em tabagistas que fumavam maconha de vez em quanto do que tabagistas que nunca fumaram maconha. Sendo que quanto mais anos fumando, maior o risco.